Uma mulher de 35 anos, nuligesta, vai à consulta em ambulatório de dor pélvica crônica de hospital universitário com queixa de dismenorreia progressiva e de hematoquezia quando está menstruada. Relata que as cólicas menstruais pioraram há 5 anos e que precisou procurar o pronto-socorro em duas ocasiões por dor pélvica forte e necessidade de medicação intravenosa. Afirma não fazer uso de contracepção hormonal, por não ter atividade sexual há 10 anos. Nega doenças crônicas ou uso de medicações. Refere constipação com pior a nos últimos 6 meses, com distensão abdominal. Ao exame físico, observa-se abdome indolor à palpação, exame especular sem lesões visíveis, toque vaginal com dor à mobilização do colo uterino, útero pouco móvel e palpação de nódulos endurecidos e doloridos em fórnice vaginal posterior. Considerando a provável hipótese diagnóstica, a investigação inicial adequada deverá ser com
Questão de Ginecologia — Prova Revalida do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP (2024)
Alternativas
- A) tomografia do abdome para a identificação das lesões profundas de endometriose.
- B) laparoscopia para visualização da distorção da anatomia pélvica causada pela endometriose.
- C) histerossonossalpingografia para avaliação da distorção da anatomia pélvica pela endometriose
- D) ressonância magnética da pelve para mapeamento das lesões profundas de endometriose.