Um homem de 67 anos de idade, tabagista inveterado (carga tabágica = 82 maçosano), retorna ao ambulatório de clínica médica para trazer os resultados dos exames complementares que haviam sido solicitados na sua última consulta, quando havia se queixado de dispneia aos esforços e tosse crônica produtiva. Reunindo os dados da anamnese e do exame físico, o médico que o atendera considerou como mais provável o diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), solicitando, entre outros exames, a realização de uma espirometria. No resultado desse exame, foram registrados os valores do volume expiratório forçado no 1º segundo (VEF1), da capacidade vital (CVF), da relação VEF1/CVF, do FEF 25-75 (fluxo medioexpiratório forçado entre 25% e 75% da CVF) e a resposta ao estímulo com broncodilatador (REB). Para confirmar tal impressão diagnóstica, o resultado que deve estar indispensavelmente presente em sua espirometria é
Questão de Clínica Médica — Prova Escola Multicampi de Ciências Médicas da UFRN - EMCM (2022)
Alternativas
- A) FEF25-75 superior a 100% do previsto.
- B) VEF1 inferior a 80% do previsto antes ou após broncodilatador.
- C) VEF1/CVF inferior a 0,7 mesmo após broncodilatador.
- D) REB com aumento do VEF1 menor que 200 mL.